terça-feira, 29 de abril de 2014

a azia me rouba o sono que já era leve na sua presença. seu corpo respirando no meu. seu cheiro dominando-me todo, até meu canto mais íntimo. seu medo que não contém, de ser usada, virar refém. meu medo, escondo bem, de te ser pouco, por excesso de razão me impedir de ir além.

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